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2.23.2010

Na política - Pedro Santana Lopes



«A credibilidade é a coerência entre o que se pensa, o que se diz e o que se faz. Obra? Tenho no país todo. Gostava de saber qual é a obra que têm para apresentar as outras pessoas nomeadamente as que falam em credibilidade. Tenho obra no Porto, no Minho, em Bragança, e no Algarve. Falo em teatros, bibliotecas públicas e arquivos distritais. Tenho obra na Figueira e em Lisboa (...) Essas senhoras e senhores passam a vida a dizer que fazem mas depois não fazem. Chegam ao poder e dizem que não podem fazer o que dizem. É muito bom falar mas onde está a sua obra? Espero que, um dia, Pedro Passos Coelho se candidate a uma câmara. Procurarei dar-lhe essa oportunidade se ele estiver disponível para isso. Ganhe-a e faça a sua gestão. Mas candidatou-se à Amadora e não ganhou. Candidatou-se duas vezes à Distrital de Lisboa e não ganhou. E depois de 4 ou 5 anos de acabar o seu processo de formação querem ser primeiro-ministro?»

a)
“ Obra? Tenho no país todo, (...) Tenho obra no Porto, no Minho, em Bragança e no Algarve. Falo em teatros, bibliotecas públicas e arquivos distritais. Tenho obra na Figueira e em Lisboa (...)


Falácia informal de generalização precipitada: Pedro Santana Lopes conclui que tem obras em todo o país com base em algumas obras que fez nos curtos mandatos que exerceu. Alguns deles, como é o caso da Câmara de Lisboa, não os exerceu até ao fim. É um exagero dizer que tem obras no país todo.
O facto de ter posto em prática alguns projectos não lhe permite concluir que tem obras em todo o Portugal.

b)“... Essas senhoras e senhores passam a vida a dizer que fazem mas depois não fazem...”


Nesta frase polémica, Pedro Santana Lopes refere-se a senhoras e senhores, mas não refere nomes. Estamos perante uma falácia de omissão de dados relevantes, que neste caso são nomes concretos. Ele acusa alguém de não cumprir as promessas, mas não especifica quem são essas pessoas. Trata-se, claramente, de um ataque à pessoa

c)"Espero que, um dia, Pedro Passos Coelho se candidate a uma câmara. Procurarei dar-lhe essa oportunidade se ele estiver disponível para isso. Ganhe-a e faça a sua gestão. Mas candidatou-se à Amadora e não ganhou. Candidatou-se duas vezes à Distrital de Lisboa e não ganhou. E depois de 4 ou 5 anos de acabar o seu processo de formação querem ser primeiro-ministro?"

Trata-se, de novo de um ataque à pessoa. Neste caso, a Pedro Passos Coelho. Sugere-se que a sua falta de experiência não lhe permite ganhar nem merecer ganhar qualquer candidatura.



Pedro Ferreira 11ºH Nº20

1.31.2010

Argumento ad hominem (abusivo)



“As afirmações de Richard Nixon a respeito da política de relações externas em relação à China não são confiáveis pois ele foi forçado a abdicar durante o escândalo de Watergate.”

Rafael Cunha 11ºC Nº19

1.18.2010

Uma afirmação de Paulo Portas


Discurso

"Trata-se de um ministro do PS, o que ajuda a perceber de onde vem [as afirmações] e para que servem. Decidi processar judicialmente o ministro da Agricultura", afirmou Paulo Portas, em conferência de imprensa na sede do CDS-PP.

Falácia

Neste discurso do deputado do CDS-PP, Paulo Portas, podemos encontrar a falácia informal argumento ad hominem (ataque ao argumentador). Segundo esta falácia, em vez de o argumentador provar a falsidade do enunciado, ele ataca a pessoa que fez o enunciado, como podemos ver na seguinte citação: “Trata-se de um ministro do PS, o que ajudar a perceber de onde vem as afirmações e para que servem”.

Pedro Pereira

Nº18 11ºH

B! & Kellogg's


Este anuncio é claramente falacioso, pois sugere que quem não beber B! Groselha é ovelha. É, então, uma falácia de ataque à pessoa.




Esta é uma falácia de apelo ao povo, pois revela que foi eleita marca de excelência pelos consumidores, insinuando que, por esse motivo, é uma marca de excelência.

Leonor Fragoso, 11º G nº 18